Postado por
Cláudio Neto
às
23:48
“Vocês pensam que vim trazer paz à terra? Não, eu lhes digo. Ao contrário, vim trazer divisão! De agora em diante haverá cinco numa família divididos uns contra os outros: três contra dois e dois contra três. Estarão divididos pai contra filho e filho contra pai, mãe contra filha e filha contra mãe, sogra contra nora e nora contra sogra” (Lc 12.51-53)
Alguns anos atrás, tive uma altercação com uma parenta. Era uma seguidora devota de uma religião não cristã, e o conflito havia irrompido por causa disso. Ela era daquela opinião capenga que todas as religiões são essencialmente a mesma coisa e conduzem a humanidade para o bem, e devota que ela era, alegara que considerava a família como a coisa mais importante. Algumas pessoas assumem que se uma religião divide uma família, deve ser uma seita perigosa.
Ela disse: “religião não é sobre unidade? E família não é a coisa mais importante?”. Respondi: “Claro que não. Religião é sobre a verdade, especialmente a verdade sobre Deus e a verdade de Deus. Essa verdade leva à salvação e adoração correta. Defendo que a verdade está em Jesus Cristo e somente nele. E como você não pensa assim, eu condeno a sua religião como falsa. Como religião é sobre Deus, ela é mais importante do que qualquer outra coisa, e muito mais importante do que a família”.
Então acrescentei: “Contudo, se você realmente acredita que religião é sobre unidade e realmente acredita que família é a coisa mais importante, por que não renuncia à sua religião para que possa haver unidade entre nós?” Ela se recusou. Você percebe, ela era hipócrita. Queria que eu cedesse em minha fé para acomodar a sua, mas ela mesma não se moveria um centímetro, mesmo sendo ela quem dissera que religião deveria ser sobre unidade e que a família deveria ocupar o lugar mais alto.
Assim é com todos aqueles que promovem tolerância e diversidade religiosa e culpam a fé cristã de se recusar a seguir suas agendas. São pessoas fingidas, hipócritas e autocontraditórias. Elas não querem realmente dizer que todos devem aceitar uns aos outros, mas que todos os cristãos devem abandonar suas crenças e abraçar essa miscelânea de loucura e confusão. Se rejeitarmos esse absurdo, vão dizer que somos fanáticos e violentos, uma ameaça à sociedade.
Não seja enganado. Elas são mentirosas. Vão retratar Cristo como alguém que ele não foi, interpretando suas palavras para dizer algo que ele nunca quis dizer ou, de algum modo, vão manipular você para transigir em sua lealdade a ele. Muito embora afirmem que a paz é mais importante do que as nossas diferenças ideológicas, elas não vão renunciar às suas próprias crenças para ter paz com você. Muito embora berrem tolerância e diversidade, sua tolerância e diversidade não dá lugar aos cristãos que discordam delas.
Talvez até contemporâneos de Cristo imaginassem que ele traria harmonia em todos os relacionamentos humanos, ou ao menos nas famílias ou no país onde o vínculo de sangue e nacionalidade já existisse, esperando ser aperfeiçoados por esse grande profeta, o Messias. Jesus disse que esse seria um mal-entendido. Ele não veio para trazer paz ou unidade entre os homens, mas introduziria divisão até mesmo onde ela não existira antes. Ele não estava constrangido acerca disso, mas disse: “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim não é digno de mim” (Mt 10.37).
Paz verdadeira só é possível quando os não cristãos renunciam a suas religiões, suas filosofias, suas ciências ― que são falsas e irracionais ― e se curvam diante de Jesus Cristo. A unidade verdadeira só é possível quando os não cristãos lançam suas mãos ao alto e se arrependem no pó e na cinza. E então haveremos de abraçá-los e chamá-los irmãos e irmãs, pais e mães. A menos que isto aconteça, haverá sempre divisão entre nós.
Não cristãos tentam nos culpar por isso, mas a divisão persiste porque a Verdade chegou, e eles não podem afugentá-la. Ele disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim”. É o que ele disse. O que faremos a respeito disso? Eles não acreditam nisso, mas nós acreditamos. As pessoas falam do “elefante na sala”. Bem, Jesus Cristo veio e está em nosso meio. É a questão que não pode ser ignorada. Se você finge que ele não está aí ou que isso não faz nenhuma diferença, ele o chutará na face.
Como cristãos, ansiamos por paz, mas não nos satisfazemos com o fingimento, com uma paz que se baseia na transigência, ou ilusão, e em esconder nossas verdadeiras crenças. Satisfazemo-nos apenas com uma paz que se baseia numa crença comum na verdade, a verdade que Deus revelou-nos em Jesus Cristo e registrou para nós na Bíblia.
Na verdade, como havia declarado num contexto diferente, Jesus Cristo trouxe unidade, mas apenas ao seu povo. Essa unidade era, de fato, tão poderosa que sobrepujou muitas gerações de preconceito, de sorte que judeus e gentios aprenderam a aceitar uns aos outros, o rico abraçou o pobre e lavou seus pés, e as mulheres foram reconhecidas como co-herdeiras com os homens através de Jesus Cristo, e até mesmo sacerdotes de Deus, tendo acesso direto ao trono celestial, com plenos direitos de receber uma educação na piedade.
Claro, há sempre mais trabalho a ser feito, visto que o pecado ainda opera entre nós, e novos crentes chegam às igrejas todos os dias, mas fora de Cristo não há nenhum tipo de unidade como essa. Novamente, não estamos nos referindo a uma civilidade superficial, possível pela transigência ou supressão das divergências, mas de uma inquebrável fraternidade unida pela verdade e pela fé. Sigamos então o exemplo de Cristo, trazendo unidade onde deve haver unidade, mas divisão onde deve haver divisão.
Fonte: www.vincentcheung.com
Tradução: Marcelo Herberts (Nov/2010)
Via: Monergismo
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Vincent Cheung
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Cláudio Neto
às
16:39
Deus… nos salvou e nos chamou com uma santa vocação, não em virtude das nossas obras, mas por causa da sua própria determinação e graça. Esta graça nos foi dada em Cristo Jesus desde os tempos eternos… (2 Timóteo 1.9)
A doutrina que é Deus e somente Deus quem salva se estende à natureza e papel da fé na salvação. Os cristãos estão acostumados à ideia que somos “salvos pela fé”, mas nem sempre é claro para eles o que isso significa. Paulo coloca a fé em contraste com as obras em suas exposições sobre a salvação. Contudo, as ideias simples de fé e obras são apenas abreviações de visões mais completas sobre o assunto. O apóstolo se opõe à visão que diz “Eu salvo a mim mesmo por minhas obras”, mas ele não substitui isso por “Eu salvo a mim mesmo por minha fé”! Todavia, alguns cristãos falam e pregam como se essa fosse a doutrina apostólica, que não nos salvamos pelas obras, mas nos salvamos pela fé. Quando os cristãos esquecem que a salvação pela fé é posta como um contraste contra a salvação pelas obras, eles tendem a colocar o foco sobre a fé como tal como o caminho ou o meio para a salvação. Mas a fé em si não pode salvar. Fé é um termo relacional – você crê em algo. É esse “algo” que salva você. Fé é somente um termo descritivo para a relação.
Isso é essencial porque Paulo não diz que Deus te salva porque você colocou sua fé nele. De fato, isso seria verdadeiro a partir de uma perspectiva – depende do que “porque” significa – mas Paulo está considerando o cerne da questão. Ele diz que Deus te salva por causa do seu propósito e graça. Isto é, ele te salva por causa da sua própria razão e bondade. Se é assim, então pelo menos quando falando neste nível, não podemos dizer que Deus te salva por causa de sua fé, visto que sua fé não é o mesmo que o propósito dele, e sua fé não é a graça dele. E se Deus não te salva por causa de sua fé, então ele não te salva por causa de fé prevista. Deus não te escolheu para salvação porque ele sabia de antemão que você creria em Cristo. Antes, ele te escolheu por causa do propósito dele, à parte da sua fé.
Estamos prontos para abordar um defeito generalizado no entendimento da salvação pela fé. Muitos cristãos falham em definir fé de tal forma a distingui-la das obras de forma significativa. Eles reconhecem que somos salvos pela fé, não pelas obras. Contudo, fé, ou crer, é algo que fazemos, ou não? Eles respondem que a fé não é uma ação que produz mérito para conquistar a salvação; antes, o crente é como uma pessoa que estende sua mão para aceitar um presente, não conquistado, mas dado gratuitamente por outra pessoa.
Há pelo menos dois problemas com isso. Primeiro, é arbitrário insistir que essa ação não é meritória ou pelo menos uma bondade moral, especialmente quando a Bíblia chama a incredulidade de pecaminosa. A fé é de fato uma bondade moral. Segundo, isso não pode explicar o porquê uma pessoa crê enquanto outra não. Deve haver alguma diferença entre as duas pessoas. Visto que é moralmente bom crer em Cristo, e visto que é moralmente mau rejeitar a Cristo, se a fé é como um homem que estende uma mão para aceitar algo, então a diferença entre as duas pessoas deve incluir uma dimensão moral também. Em outras palavras, sob essa visão, uma pessoa que aceita a Cristo o faz porque ela já é uma pessoa melhor que aquela que rejeita a Cristo mesmo antes de realmente aceitar a Cristo. Os cristãos são pessoas melhores que os não cristãos antes de se tornarem cristãos. Contudo, Paulo chama a si mesmo de o pior dos pecadores.
A Escritura define fé de uma forma diferente. Paulo diz que a própria fé é um dom (Efésios 2.8). E se a própria fé é um dom, o que é a mão que recebe a fé? A analogia da mão é inexata e inútil, mas se formos mantê-la por causa da ilustração, então ela deve ser drasticamente modificada. Visto que a própria fé é um dom, então a salvação não pode consistir em Deus estender o dom da justiça para nós enquanto esticamos a mão da fé para tomá-lo. Antes, não começamos com nenhuma mão, mas Deus cria uma mão onde não existia nenhuma antes. Então, ele chega, toma a nossa mão e a puxa, e coloca o dom da justiça na mão que ele criou, e após isso ele empurra a mão de volta para o nosso lado. Ela é “nossa” mão somente no sentido que está ligada a nós, mas ela é um dom e uma criação de Deus, e sujeita ao seu controle. É somente nesse sentido que Deus nos salva “por causa” da nossa fé, isto é, no sentido que fé é parte da sua obra de salvação em nós e que fé é parte do processo pelo qual ele nos salva. Dessa forma, permanece o fato que ele nos salva por causa dele mesmo. É mais preciso dizer que temos fé porque ele nos salva, e não que ele nos salva por causa da nossa fé.
Não somos salvos pela fé como tal, ou pela própria fé; antes, somos salvos por Cristo somente, e ele nos salva dando-nos fé. Fé é nossa consciência de sua operação em nós quando ele estabelece uma relação espiritual conosco. É correto dizer que somos salvos pela fé, conquanto percebamos que isso é uma forma resumida de dizer que é Cristo quem nos salva dando-nos fé, e a questão é posta dessa forma para fazer um contraste contra a visão que somos nós quem salvamos a nós mesmos por nossas obras, ou que Deus concede salvação a alguns e não a outros sobre a base das nossas obras. O dom da justiça é dado aos escolhidos por meio do dom da fé. Se você tem fé, é porque é o propósito de Deus que você tenha fé. Se você crê em Jesus Cristo, é porque Deus decidiu, à parte de algo em você ou sobre você, que você creria em Jesus Cristo. A salvação é totalmente uma obra de Deus, de forma que não existe nenhum lugar para nos orgulharmos, nem mesmo pelo fato de termos fé.
Autor: Vincent Cheung
Fonte: Reflections on Second Timothy
Via: Monergismo
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Vincent Cheung
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Cláudio Neto
às
08:59
Jeremias teve uma vida dura. Deus o chamou para levar uma mensagem de castigo aos israelitas e por isso eles o odiavam, e até sua própria família conspirou contra ele. O profeta não tinha prazer em proclamar tal mensagem e em se opor a todo mundo, mas era a mensagem que Deus lhe mandou anunciar e que inspirou no profeta pelo seu Espírito.
Por isso, lemos em certo lugar, “Porque, sempre que falo, tenho de gritar e clamar: Violência e destruição! Porque a palavra do SENHOR se me tornou um opróbrio e ludíbrio todo o dia. Quando pensei: não me lembrarei dele e já não falarei no seu nome, então, isso me foi no coração como fogo ardente, encerrado nos meus ossos; já desfaleço de sofrer e não posso mais” (Jeremias 20.8-9). É comum os cristãos citarem o versículo 9 para expressar o intenso desejo que sentem de pregar o evangelho, mas insultamos Jeremias se ignorarmos o contexto original. A sua tarefa era anunciar aos israelitas que Deus enviaria os inimigos deles para matá-los e capturá-los. Isso lhes sobreviria como castigo contra a idolatria e desobediência de Israel. A decisão estava tomada e a sentença não poderia ser evitada. Era tarde demais. Deus disse a Jeremias que ainda que Moisés e Samuel orassem pelo povo ele não atenderia.
Jeremias não queria anunciar uma mensagem tão severa, mas Deus queria que ele o fizesse e pôs uma compulsão espiritual tão intensa nesse vaso de barro que, mesmo quando o profeta decidiu recolher o seu ministério, o fogo ardeu dentro dele até ser impossível aguentar. Mais uma vez ele abriu a boca e “Violência e destruição!” foi o que saiu. Conforme escreveu Paulo, “Considerai, pois, a bondade e a severidade de Deus” (Romanos 11.22). Este é o tipo de Deus a quem servimos: quando pecadores o agravam o suficiente, ele os mata e os lança no inferno, que é a coisa certa a se fazer.
Tiago escreveu que Elias era homem exatamente como nós, mas ele disse isso para que imitássemos o seu exemplo de fé na oração (Tiago 5.17), não para que corrêssemos quando perseguidos por Jezabel. Se você pudesse parar a chuva por três anos e meio, então poderia ter uma desculpa para se esbaldar em lamurias – bem, nem mesmo assim. De qualquer forma, se tudo o que sabe fazer é correr quando alguém lhe persegue, então você não é Elias.
Jeremias também era homem como nós e, sentindo a pressão dos opositores, exasperou-se, e orou: “Justo és, ó SENHOR, quando entro contigo num pleito; contudo, falarei contigo dos teus juízos. Por que prospera o caminho dos perversos, e vivem em paz todos os que procedem perfidamente?” (12.1). Parece haver um consenso na literatura cristã – exceto com relação a alguns escritores pentecostais e carismáticos sempre acusados de terem um entendimento deformado quanto à fé – de que esse tipo de oração de queixa é digno de imitação. Os cristãos são encorajados a desabafar as suas frustrações diante de Deus, ainda que em tom questionador e acusatório. Isso é conselho de perdedores espirituais para perdedores espirituais, que buscam justificar essa atitude apelando aos profetas e aos salmos, mas deixam de mencionar como Deus reagiu a tal conduta.
Por exemplo, Asafe se perturbou com a prosperidade dos ímpios no Salmo 73, mas admitiu que estava errado, que seu pé quase resvalou, e que era néscio e ignorante e como um animal selvagem diante de Deus. Noutras palavras, ele jamais deveria ter falado do modo como falou. Mas se nem mesmo Asafe não teve desculpa, por que você acha que tem uma, já que se beneficia do Salmo 73 e muitos mais? Devemos apelar aos profetas e aos salmos para proibir tal tipo de atitude e de oração. Se você não pode dizer algo reverente a Deus, cale a boca e leia a resposta que ele já deu na Bíblia. Depois, comece a sua oração com arrependimento por causa da sua fé fraca e das suas emoções blasfemas.
Jeremias era um vencedor espiritual. Era esse o seu destino. E Deus não lhe permitiria pensar como perdedor – talvez permitisse a alguém como você. Por isso ele disse ao profeta: “Se te fatigas correndo com homens que vão a pé, como poderás competir com os que vão a cavalo? Se em terra de paz não te sentes seguro, que farás na floresta do Jordão?”. Noutras palavras, “Se agora você não aguenta e se agora tropeça, como terá êxito quando as coisas ficarem ainda mais difíceis?”. Esse é um conselho para vencedores espirituais, para alguém destinado à grandeza crescente no serviço de Deus.
A maioria das nossas tribulações não é nada como as ameaças enfrentadas por Jeremias, e o grau de fé e de paciência que ele demonstrou seriam inconcebíveis para os cristãos de hoje. Assim, para descer ao nível deles, eu diria que “se neste momento você está imobilizado pela angústia porque o seu bichinho de estimação morreu, como conseguirá transmitir ânimo a alguém cujos filhos pereceram num acidente ou como combaterá os ateus e os hereges?”. Dá para entender?
O conselho de Deus é severo, quando medido pelos sentimentos delicados e efeminados do cristianismo moderno. Ele nos desafia a renunciarmos a nossa autopiedade e incredulidade pondo dificuldades ainda maiores diante de nós. Ele se recusa a afrouxar as suas demandas por excelência. Isso é contrário à mentalidade perdedora da psicologia anticristã que tem envenenado os ensinamentos de pregadores e conselheiros cristãos. O nosso Senhor Jesus não é um daqueles que diz “Sei, sei, deixa tudo pra lá…”, mas alguém que exclama “Até quando vou ter de aguentar vocês? Até quando vou ter de aturar isso? Homens, onde está a fé de vocês?” (ver Mateus 17.17, Lucas 8.25). Ele quer que seus discípulos sejam vencedores espirituais. Ironicamente, hoje, esse modo de ver seria considerado anticristão, desprovido de amor e refinamento.
Autor: Vincent Cheung
Tradução: Marcos Vasconcelos
Fonte: Monergismo
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Vincent Cheung
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"Ficarei no meu posto de sentinela e tomarei posição sobre a muralha; aguardarei para ver o que Ele, o Senhor, me dirá e que resposta terei à minha queixa.
Habacuque 2, 1-3.
Então o Senhor respondeu: 'Escreva claramente a visão em tabuinhas, para que se leia facilmente.
Pois a visão aguarda um tempo designado; ela fala do fim, e não falhará. Ainda que se demore, espere-a; porque ela certamente virá e não se atrasará'"Habacuque 2, 1-3.
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